
Anunciamos na semana passada que iríamos refletir sobre a questão: Jesus era mesmo a favor da não violência? Continue lendo

Anunciamos na semana passada que iríamos refletir sobre a questão: Jesus era mesmo a favor da não violência? Continue lendo

Nos últimos tempos, tem havido uma expressão de que muitos se valem e que um tanto me incomoda. Vou fazer aqui uma reflexão a respeito. Muita gente anda dizendo: o universo quer, o universo faz, o universo isso, o universo aquilo. Eu diria que esse uso indevido da palavra universo é a vergonha de dizer Deus. Se Deus quiser, Deus faz, Deus isso, Deus aquilo. Continue lendo
Continuamos aqui as reflexões sobre a não violência, iniciadas na semana passada. Retomando a partir de Jesus, já que é a referência principal dos cristãos, que supostamente são a maioria em nossa sociedade, em suas diversas denominações. Em nome de Jesus, tanta violência já foi cometida e continua sendo propagada e aplicada, que parece importante decifrar sua mensagem. Continue lendo

Esta é a primeira de uma série que vou escrever semanalmente e publicar simultaneamente nessa minha coluna de Espiritismo Progressista, replicando em meu blog pessoal e no blog da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita. Continue lendo

O balanço aqui não será financeiro – pois a escassez, o suor e a luta em 2019 foram ainda maiores do que costumam ser, apesar de sempre contarmos com alguns anjos bons encarnados que nos amparam financeiramente. Mas como a crise está generalizada, cada vez menos as pessoas podem dispor de dinheiro para a compra de um livro, para a assinatura de um curso, para uma doação a uma boa causa ou para a presença em nossa pós em Pedagogia Espírita – que têm desde 2005 impactado a vida de muita gente, como todos e todas, que fizeram o curso, costumam comentar.
Faremos aqui o balanço de trabalho e de avanços que tivemos nesse difícil ano de 2019. Continue lendo
Pestalozzi, o excepcional educador suíço pouco conhecido aqui no Brasil, mas muito influente na Europa, viveu nos tempos da Revolução Francesa. Foi professor de Rivail (Kardec) e deixou uma marca profunda em seu discípulo. A compreensão de Pestalozzi sobre a educação moral das crianças expressa na Carta de Stans (tradução de Dora Incontri), é bastante esclarecedora a respeito dessa influência e de como as ideias do educador suíço fazem eco com a ideia educativa do espiritismo formulado mais tarde por Kardec. Continue lendo

Homenagear Kardec no dia do seu aniversário é tecer reflexões sobre a pertinência de ainda nos dizermos espíritas kardecistas em pleno século XXI, quando muitas das ideias defendidas em seus livros estão hoje distantes do horizonte acadêmico, rejeitadas e consideradas envelhecidas pela filosofia contemporânea.
Kardec permaneceu no limbo da ciência, da filosofia e da espiritualidade. Filósofos não o reconhecem como tal, cientistas declaram com desprezo que o espiritismo é uma pseudociência e as tradições espirituais muitas vezes excluem o espiritismo de um reconhecimento para um diálogo.
Então, ainda vale seguir Kardec? Continue lendo
O psicólogo do desenvolvimento Yves de La Taille estuda o o processo de aprendizagem da moral nas sociedades humanas. Ele explica que a moral é a restrição da liberdade dos indivíduos para que possam viver em sociedade e que cada sociedade desenvolve seus próprios códigos de conduta. A família portanto é o núcleo mais básico onde esse código será vivenciado pela criança que está aprendendo a moral. Mas para além da família, a religião, a cultura e as tradições que compõe o que é socialmente aceito para um determinado agrupamento de pessoas, serão as influências responsáveis pela formação moral da criança. Podemos incluir a escola e o Centro Espírita nesse círculo de influências formativas. Continue lendo

Hoje a Associação Brasileira de Pedagogia Espírita completa 15 anos de sua fundação. Muitas lutas, muitas conquistas, muitos entraves, muitas perseguições, algumas deserções – mas muito trabalho até aqui e sempre almas que se agregam para mais trabalho. Como presente de aniversário hoje, temos o artigo de Litza Amorim abaixo, mais uma vez afirmando nosso compromisso com um espiritismo livre, progressista, que não faz política partidária, mas assume posições em favor de uma sociedade melhor, mais justa, mais pacífica e mais igualitária. (D.I.)
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