Os piores inimigos – 4ª parte: a maledicência

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Dando prosseguimento à viagem pelos inimigos que despontam no caminho do apóstolo Pedro quando ele sai em jornada com Jesus (livro “Luz acima”), falemos sobre a maledicência, que vem à tona quando, numa hospedaria em que pararam para uma ligeira refeição, Pedro conversa com um homem chamado Zadias, que narra para ambos os acontecimentos políticos da época. O centro do bate-papo era a cidade de Roma. Pedro, ao ouvir o que Zadias contava, endereçou vários apontamentos ferinos à corte romana e seus filósofos, artistas e administradores. O imperador de então – Tibério – também foi alvo de severas críticas. Continuar lendo

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Os piores inimigos – 3ª parte: a dureza

Captura de Tela 2022-02-11 às 08.06.44A viagem de Jesus e Pedro entre as cidades de Cafarnaum e Magdala prossegue. Nela, Pedro, tão temeroso em se defrontar com inimigos externos, vai se deparando com os internos e mostrando os conflitos íntimos pelos quais passam todas as pessoas, principalmente as que percebem ser preciso reavaliar condutas, pensamentos e conceitos. Neste terceiro artigo da série (baseada no capítulo 31 do livro Luz Acima), quem se apresenta para ser colocada no centro da discussão é a dureza. Continuar lendo

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Piores inimigos – 2ª parte: a cólera

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Dando prosseguimento à análise dos inimigos que ‘assaltam’ o apóstolo Pedro durante viagem que ele empreendeu com Jesus de Cafarnaum a Magdala – capítulo 31 do livro “Luz acima”, ditado pelo espírito Irmão X e psicografado pelo médium mineiro Chico Xavier –, analisemos a cólera, o segundo inimigo a dar o ar da graça (ou desgraça, dependendo do ângulo de interpretação). Continuar lendo

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Os piores inimigos – 1ª parte: o medo 

Captura de Tela 2021-11-23 às 15.15.45No livro Luz acima, ditado pelo espírito Irmão X e psicografado pelo médium mineiro Chico Xavier, há uma história intitulada ‘Os maiores inimigos’. Nela, o autor descreve uma viagem que Jesus e Simão Pedro, um dos 12 apóstolos, faziam a pé de Cafarnaum a Magdala. Em dado momento, Pedro pergunta ao Cristo onde viviam nossos maiores inimigos. A intenção do apóstolo era combatê-los, a fim de que o Reino de Deus fosse implantado com rapidez e eficiência. Continuar lendo

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O ‘irmão’ que fez a diferença

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Começo este artigo dizendo algo que talvez chateie a muitos espíritas: detesto que me chamem de irmão! Acho piegas, meloso, ultrapassado. Por mais que sejamos irmãos em humanidade, não julgo necessário utilizarmos a palavra ‘irmão’ para nos referirmos uns aos outros. Já passei por situações que me deixaram sem graça por causa desse hábito. Continuar lendo

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Carta a Kardec!

Kardec 2
Querido mestre!
217 anos de teu nascimento e o quanto a face do mundo se transformou! Nesse lapso tempo, o planeta teve mais mudanças do que os últimos 2 mil anos. No rio da história, que se mostrou tão violento e turvo, lançaste algumas ideias transformadoras. Elas quase se perderam diante de tantas turbulências por que passamos. Abriste a porta da mediunidade de forma racional e investigativa, ética e desmistificadora. Entregaste-nos algumas chaves importantes para lidar com o mundo espiritual e sonhaste com uma filosofia moral que pudesse ajudar a transformar a terra.
Propunhas métodos científicos, dentro das possibilidades restritas do teu momento histórico e criaste novos caminhos de espiritualidade, sem hierarquia, sem sacerdócio, sem dogmas, sem instituição – uma espiritualidade livre, crítica, sem amarras e que se ancorasse em pesquisa e racionalidade.
Fizeste um esforço hercúleo, um trabalho exaustivo, em poucos anos, gastando tua saúde, enfrentando aluviões de críticas e traições, sempre em meio a extrema dificuldade financeira.
E eras “apenas” um professor, de classe média, bem média, sempre às voltas com finanças precárias, sempre idealista pela educação do povo. Discípulo honrado do grande mestre Pestalozzi.
Hasteaste bem alta a ideia da reencarnação, para que ela nos restituísse a gestão de nós mesmos, num processo de autoeducação, pelo qual somos os responsáveis na passagem dos séculos, nas múltiplas vidas.
Tudo em tuas obras nos oferece equilíbrio, liberdade, caminhos novos, frescura de espírito…
Mas é claro que eras um ser humano, tiveste teus limites, pertencias a uma época. Qualquer homem ou mulher, em qualquer século da história, tem suas raízes em seu tempo e não pode ser julgado pelo futuro, sob a perspectiva dos avanços que o tempo traz. Deve antes ser reconhecido pelo que lhe foi dado vislumbrar desse futuro, e em que se adiantou em seu tempo.
Dói-me, mestre, que muitos te abandonam hoje, depois de terem se saciado de tuas sábias orientações, envergonhados de se proclamarem teus discípulos. Para muitos, não passas de tacanho e limitado professor primário que teve pretensões positivistas em relação a uma pseudociência ou um autoproclamado missionário com ilusões de reforma do cristianismo.
E ainda por acréscimo, justamente o país que mais te conhece, que mais te aclimatou – o Brasil – é também o que mais te desfigura e te trai.
Quero aqui apenas te agradecer e proclamar, como tenho sempre feito, a minha lealdade ao teu projeto, que aliás foi inspirado pelo próprio Cristo. Para isso, não é preciso que eu abandone meu espírito crítico, minha capacidade de análise histórica – coisas aliás que desenvolvi justamente em contato com a leitura de tuas obras. Tu mesmo nos ofereces os instrumentos e nos pedes para fazermos uma leitura aberta e não dogmática de teus escritos.
Sei que continuas inspirando aqueles que sinceramente se identificam com teus ideais superiores e se comprometem a continuar tua semeadura! Sei que me inspiras também e sinto-me conectada ao teu coração amoroso, desconhecido pelos que te supõem erroneamente dono de uma austeridade fria. Distribuíste esse teu coração para centenas de alunos, milhares de leitores, inúmeros espíritos e hoje o vemos impresso nessas cartas tuas que estão vindo vagarosamente a público!
Obrigada pelo teu nascimento, mestre! Obrigada pela tua vida e tua missão bem cumprida! E inspira-nos ainda com teu bom senso, com tua profunda espiritualidade e com tua retidão!
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A comida é revolucionária e regeneradora

pao e peixe

Creio que muitas pessoas, ao se depararem com a palavra ‘revolução’, repelem-na por imediatamente pensarem que fazer uma revolução seria sinônimo de pegar em armas, depredar o patrimônio público, quebrar vidraças de agências bancárias, saquear supermercados, tomar o poder à força etc.

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Uma breve história da ABPE! Hoje, 17 anos!

ABPE 17

No dia 28 de agosto de 2004, na Universidade Santa Cecília, em Santos, 40 pessoas de diversas áreas profissionais (Educação, Medicina, Direito, Arquitetura, Odontologia, Engenharia, Turismo, Artes plásticas…) entre homens e mulheres, estudantes e senhoras (donas de casa, como se dizia numa época pré-feminismo mais atualizado), assinaram a Ata de Fundação da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita. Essas 40 pessoas eram de Santos, São Paulo, Bragança Paulista e Jundiaí. Continuar lendo

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Cestas básicas, política e promoção social

rs=w_1280,h_768,i_true,cg_true,ft_coverContinuando a escrever sobre as diversas e graves questões que envolvem a alimentação e a fome em nosso país, retorno à entrevista que o professor Thiago Lima, coordenador do grupo de pesquisa sobre fome e relações sociais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), concedeu ao Coletivo Espíritas à Esquerda. Continuar lendo

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O necessário, o supérfluo e o desperdício

DesperdicioComida

Na edição 2019 do programa de competição culinária Masterchef Brasil, a chef Paola Carosella, uma das juradas, ao passar pela bancada de um participante, observou que ele havia desperdiçado grande quantidade de alimento para produzir o prato solicitado. Havia, portanto, muita carne, legumes etc. que o competidor simplesmente jogara fora para compor um prato com uma quantidade bem menor dos ingredientes. Aborrecida, Paola passou uma descompostura no rapaz. Segundo ela, era um acinte ele ter desperdiçado tanta comida fresca e de boa qualidade enquanto muitos passam necessidade. Mesmo porque, para elaborar um prato de restaurante, um chef que se preza jamais inutilizaria o tanto de comida que ele descartou. Paola, então, com a anuência dos outros dois chefs jurados, disse que, da próxima vez que ele agisse daquela forma, seria sumariamente desclassificado. Afinal, o alimento merece respeito! Continuar lendo

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