Desinformação, cegueira e idolatria no movimento espírita

Captura de Tela 2Em 2007, a Associação Brasileira de Pedagogia Espírita lançou um número isolado do Jornal Mensagem, invocando a herança de Herculano Pires, para fazer uma crítica ao modismo então injetado no movimento espírita sobre as ditas crianças índigo e cristal. Demonstramos então que se tratava de um empreendimento comercial, de uma seita New Age, norte-americana, sem nenhuma base científica e que criava uma discriminação absurda entre as crianças, ao classificar algumas de índigo, outras de cristal e outras que seriam apenas normais. Nessa ocasião, Divaldo Franco estava lançando um livro sobre o tema – apoiando a moda. Nessa publicação, não mencionamos o nome de Divaldo e nem o seu livro sobre o assunto. Mas sofremos retaliações por causa do jornal, embora ninguém tenha apresentado um único argumento contra os vários que enumeramos.

Agora, nesses últimos dias, recebemos na ABPE inúmeras mensagens, pedindo um posicionamento nosso a respeito da entrevista coletiva dada por Divaldo Franco e Haroldo Dutra num congresso em Goiás. Participamos então de um texto coletivo a respeito e aprofundamos o assunto aqui no blog. Buscamos entretanto exercitar o espírito crítico com respeito humano e o discernimento equilibrado das coisas. Assim, antes de mais nada, temos de declarar que quando discordamos de uma pessoa ou fazemos uma crítica a posições ou ideias ditas por ela, isso não significa desrespeito ao ser humano.

A primeira coisa que devemos lamentar e fazer uma objeção firme é em relação à crescente partidarização que Divaldo tem assumido em suas declarações. Na citada entrevista, refere-se à república de Curitiba, comandada pelo “presidente Moro” (sic), “venerando juiz”… No mínimo, ele poderia se questionar como alguém pode ser venerando, se há inúmeras críticas de juristas internacionais e brasileiros quanto à evidente parcialidade e seletividade da “justiça” de Moro e de grande parte do judiciário no Brasil atual. Como pode uma liderança espírita desconsiderar tudo isso e assumir o discurso da massa de manobra? Lembramos ainda a recente homenagem de Divaldo a João Dória em São Paulo, causando enorme constrangimento a todas as pessoas esclarecidas politicamente, que na ocasião estavam indignadas com a ração humana, que o prefeito estava querendo dar aos moradores de rua.

Sabemos que o país está polarizado. Por isso mesmo, nossas palavras requerem prudência, argumentação e compromisso ético. Ora, em nossa opinião, Divaldo está exercendo sua imensa influência no movimento espírita para fortalecer posições retrógradas, anti-humanitárias e o faz sem qualquer argumentação, sem qualquer aprofundamento nas questões políticas e sociais, mas de maneira superficial, mística e leviana, como fez com a ideia das crianças índigo anos atrás.

Recentemente também saiu um desenho animado calcado numa palestra de Divaldo, em que ele conta uma história absurda em que supostos espíritos judeus e muçulmanos estariam promovendo cruéis obsessões em centros espíritas, semeando a discórdia entre nós, cristãos tão bondosos! Uma ideia discriminatória e falsa. Promove a intolerância religiosa e simplesmente não tem nada a ver. Por que judeus e muçulmanos estariam preocupados conosco? Em suma, uma fantasia de mau gosto.

Outra questão que nos espanta é a maneira como  Divaldo, quanto fala sobre a chamada “ideologia de gênero”. E aqui vamos nos deter um pouco mais no assunto, porque não se trata apenas de uma questão política, mas também acadêmica.

Não existe “ideologia de gênero” – este é um termo criado por setores conservadores da Igreja Católica e depois adotado pelas Igrejas Evangélicas, para colocar várias coisas num mesmo saco e torná-las todas abomináveis e ameaçadoras.

Existe sim uma área de pesquisa no mundo que se chama “Estudos de Gênero” – que teve influência de Michel Foucault, Simone de Beauvoir e Judith Buttler, que esteve recentemente no Brasil (e não tinha vindo falar sobre gênero) e quase foi linchada por fanáticos, que certamente jamais leram um livro dela.

Pois bem, os “Estudos de Gênero” se dedicam a procurar entender como se constitui a feminilidade e a masculinidade do ponto de vista social, se debruçam sobre questões de orientação sexual, hetero, homo, transsexualidade – ou seja, todos fenômenos humanos, que estão diariamente diante de nossos olhos. Podemos concordar com algumas dessas conclusões, discordar de outras, deixar em suspenso outras tantas. Esse olhar é muito recente na história e ainda estamos apalpando questões profundas e complexas – e em nosso ponto de vista espírita, não é possível ter plena compreensão delas sem a chave da reencarnação. Uma abordagem puramente materialista jamais vai dar conta do pleno entendimento do psiquismo humano. Mas estamos muito longe de ter gente reencarnacionista competente, fazendo pesquisa séria, para dialogar com pesquisadores com abordagens meramente sociológicas ou psicológicas. Então, nós espíritas, não temos ainda melhores respostas que os outros.

Mas dentro desse universo de questões ligadas a gênero e sexualidade há pontas de um lado e de outro.

Por exemplo, uma vantagem trazida por esse discurso contemporâneo é a busca de igualdade de direitos entre homens  e mulheres (os Estudos de Gênero nascem com o feminismo e ainda estamos muito distantes de uma igualdade nesse sentido, basta ver os dados em relação à violência contra a mulher no Brasil), o chamado ao respeito à diversidade, ao respeito à dignidade de todos, incluindo os da comunidade LGBT, o entendimento de que todo ser humano tem o direito de exercitar sua sexualidade como bem entender, desde que não violente outro ser humano. Então, de um lado, temos o Papa Francisco que diz “quem sou eu para julgar?” e, do outro, temos  líderes espíritas que jamais se referem às violências praticadas contra homossexuais e travestis, contra mulheres e crianças, contra negros e pobres. Ao contrário, adotam discursos em tudo semelhantes às lideranças mais retrógradas de outras religiões: discursos que lembram Malafaias e Felicianos.

Mas ao nos alinharmos entre aqueles que defendem os direitos humanos de todos e todas, não significa, por outro lado, adotar uma teoria e prática extremista como a proposta por exemplo por alguns na Suécia, de que quando nasce uma criança, nem se dar o nome nem se vestir de menino ou menina, deixando que mais tarde ele-ela decida… Ou ainda como se faz hoje nos Estados Unidos de realizar cirurgia de inversão de sexo, com crianças de 10, 12 anos. Obviamente que esses extremos são absurdos, embora raros, e jamais foram propostos aqui no Brasil, pois que desrespeitam a maturação psíquica da criança ainda em desenvolvimento. E são coisas de países capitalistas e não comunistas, como Divaldo anunciou na entrevista.

Esses temas são muito complexos, mobilizam paixões de um lado e de outro e esperam ainda delicados e dedicados estudos para compreendermos melhor como se dá essa integração entre heranças reencarnatórias, influências do meio social, constituição familiar, fatores genéticos… Portanto, um comedimento nas análises é muito bem vindo.

Mas o que é preciso frisar sempre é o respeito a todos e todas, o combate a qualquer forma de discriminação e violência contra quem quer que seja e seria muito bom que seguíssemos Jesus, se nos dizemos cristãos – ele não condenou os corruptos, os ladrões e os que na sua época eram considerados sexualmente desviados – as únicas pessoas com as quais ele foi duro foi justamente com os religiosos hipócritas.

O que mais aborrece a espíritas conscientes é o fato de tantos outros espíritas comprarem cegamente o que líderes assim falam. Esse é o problema da idolatria, da falta de critério e de estudo e, sobretudo, da falta das diretrizes racionais que Kardec imprimiu ao espiritismo.

Se não mudarmos o rumo, já já seremos uma nova seita.

 

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158 respostas para Desinformação, cegueira e idolatria no movimento espírita

  1. Adilson Gomes disse:

    Mais uma vez, Dora Incontri, uma autêntica espírita consciente e brilhante, realiza reflexões profundas, à luz da doutrina espírita, sobre temas atuais e complexos. Evidente, que pode não ter agradado a todos. No entanto, vale lembrar que, somente através da dúvida e de questionamentos, o espiritismo poderá acompanhar a evolução do pensamento contemporâneo A revolução moral da sociedade, tão propagada nos meios espíritas, aí, sim, como uma aparente ideologia da transição planetária, só se dará através da prática do livre-pensar e, consequentemente, também, da liberdade de expressão. Abaixo ideologias ultrapassadas, impregnadas de moralismo religioso.

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  2. lliana de Carvalho Quelhas disse:

    Muito lúcido o artigo. Precisamos construir uma fé raciocinada baseada em estudos e informações pertinente, refletindo
    e acompanhando a ciência. sob meu ponto de vista, o que está no fundo dessa polêmica e o preconceito contra sexo oriundo de nossa formação judaico cristã equivocada. Parabéns

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  3. Hebe Janotti Nogueira disse:

    Parabéns! Muito bem colocado. Lucidez sem violência!

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  4. Tarcisio Pinto de Alcântara disse:

    Muito interessante seu raciocínio. Apropriado ao momento em que vivemos muitas controvérsias no Movimento Espírita.

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  5. Cosme Batista Penha disse:

    fico muito agradecido por esse texto poder despertar companheiros sério que fazem da doutrina espírita uma guia na conduta moral de suas vidas e que estão de certa forma equivocadas com as palavras infelizes de Divaldo e Haroldo. que possamos ouvir Kardec e Jesus sempre.

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  6. Nivaldo José Sales disse:

    Estou de pleno acordo com os pontos levantados nessa crítica serena e sensata ao discurso de Divaldo. Pude sentir de imediato o teor discriminatório e parcial das suas colocações, tão logo assisti o vídeo. E realmente a comunidade espírita não pode correr o risco de se fazer nem se dizer cegamente representada por qualquer figura signatária dos postulados da doutrina de Kardec, mesmo quando venha a se tratar de figuras como a do conhecido orador.

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  7. Aurélio Vieira Pimentel disse:

    É triste ver pessoas que se dizem espíritas, velando frases, palavras de pouca informação e conteúdo. A melhor religião é a que nos faz ser melhor para nós mesmos, sem milagres ou promessas vãs. Muitos vão ao centro espírita querendo saber de passado, sem plantar no presente e colher no futuro. Ótimo texto.

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  8. Marco Pollo disse:

    Excelente texto. Faço minhas as palavras ora expostas acima . Marco Pollo . E-mail : marcopollodutra@gmail.com e WhatsApp 81-982421821. Parabéns pelo conteúdo m

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  9. Lucia Ramalho Cury disse:

    😀 👍,muito bom, para refletir !

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  10. Elisa Barral Villas Boas disse:

    Adorei este texto muito sensato e realista. É uma pena que pessoas tão influentes no movimento espírita tenham esta visão pouco cristã .

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  11. VINICIUS disse:

    Graças a Deus!
    Tava me sentindo fora da casinha até ler esse texto.
    Nem dar palestras quero dar mais (ainda que não faça falta).

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  12. Edinea disse:

    Devemos sempre seguir os ensinamentos de Jesus, o amor puro e sem preconceitos.

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  13. Jenner da Silva Nascimento disse:

    Perfeito.

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  14. Ana Clara Alves disse:

    Dora seus questionamentos são válidos, não estou aqui para defender Divaldo, pois não me atreveria pelo extremo respeito e amor que dedico a este batalhador com sua visão espírita para a humanidade, mas gostaria de fazer só um lembrete, que não foi exposto no seu texto. Divaldo Franco, na minha percepção e, isto é muito claro pela sua biografia, quando ele se refere a um homem , mulher ou as pessoas, é sempre com a visão de que ali existe um espírito humano, sem dar ênfase as convenções materiais. A liberdade e a escravidão, dentro da doutrina espirita está nas nossas mãos e nosso livre arbítrio, podemos tudo, só devemos saber quando se pode segundo Joana de Angelis .

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  15. Iza disse:

    Eu fiquei bastante incomodada com as falas de Divaldo quando ouvi essa declaração dele. Obrigada por esse texto tão necessário.

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  16. Rose costa disse:

    Muito interessante os fatos levantados, assisti ao filme ” orações para Bobby” baseado em fatos reais onde uma mae fanática religiosa acaba por recusar o filho por ser gay, e o filho acaba por se suicidar. Creio q Jesus só nos deixou um ensinamento, amai vos uns aos outros como a ti mesmo, não pediu pra julgar, não pediu pra condenar, separar. O que vemos hj, são pessoas apontando sem olhar pro próprio nariz. Pq é fácil falar do outro, mas será q vc esta fazendo o certo? E afinal, o que é certo? Quem detém a verdade? Acredito q ngm tem este poder, o mundo muda o tempo todo e vai continuar mudando e quem não evoluir, vai regredir.

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  17. ALCINEI BARBOSA CUNHA disse:

    Showzaço Dora . Perfeita colocação.

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  18. Obrigado pela publicação, estava aguardando uma palavra sensata sobre o que foi dito na palestra em Goiás. A primeira pergunta que fiz para mim foi: será que ele ( Divaldo Franco) estudou sobre o assunto para falar sobre? Deus nos abençõe com equilíbrio e serenidade.

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  19. Jackeline disse:

    Gostei muito deste texto coletivo da ABPE.
    Até respirei um tanto aliviada e me sonto representada por esse coletivo!
    Confesso que ao assistir ao Vídeo de Divaldo Franco e Haroldo Dutra fiquei deveras estarrecida! Horrorizada mesmo! Achava que era um tipo de fack…notícia mentirosa…
    Mas era real infelizmente…
    Confesso tbem que nunca senti firmeza em algumas palestras que assisti do Divaldo…algo me incomodava e agora tenho a certeza que era isso…pessoa que fala sem conhecimento aprofundado gera isso….
    Fala com voz impostada como uma celebridade…palavras difíceis pura farsa!
    Bom vamos adiante:
    Ao assistir a esse Vídeo que é bizarro
    me senti muito arrasada ao ver que se tratava de um palestrante respeitado, formador de.opiniões…e falando monstruosidades e divulgando ideias deturpadas e desrespeitosas em relaçao a sexualidade.
    E também fazendo apologias a um Juiz que jamais deveria ser enaltecido por práticas absurdas e levianas que é o caso do Juiz Moro. Carinha de bom moço, fingindo ser imparcial nas decisões jurídicas mas que não foi leal! O tempo vai mostrar a sociedade todas as suas mazelas!
    Imaginem quanta desinformação teve o Sr Divaldo ao homenagear também o Sr. João Dória que é um político que nada tem a ver com a premissa da caridade e humildade!
    Um político com ações prá lá de desumanas. Acompanhamos nos jornais que ele vai além do descaso e maustratos aos mais necessitados que vivem nas ruas paulistas.
    Como podemos aceitar que Divaldo Franco,uma pessoa que tem tanto conhecimento possa falar tanta asneira?
    Basta de Hipocrisia!
    Racismo e preconceito Não!!!!
    Gratidão ao pessoal da ABPE por fazerem esse documento, vocês me salvaram!

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  20. Tania Lóes disse:

    Concordo com o que foi levantado aqui.
    Não somos perfeitos e precisamos, todos, mais do que nunca, vigiar para não reproduzir a polarização estéril que tem imobilizado a sociedade. Abs

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  21. Nilza Rodrigues de Almeida disse:

    Eu gostei muito do posicionamento do Divaldo. Ele é o número 1 do espiritismo nao so no Brasil, pode expressar a suas ideias a vontade.
    Os espíritas pensam e tb votam. É bom ouvir Divaldo.

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  22. Edsel Ferri disse:

    fiquei chateado com Divaldo.
    procuro não julgar

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  23. José vendruscolo disse:

    Beleza e precisão no comentário

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  24. José vendruscolo disse:

    Beleza e precisão no comentário não estava entendendo a manifestação do Divaldo

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  25. Romilton João da Silva disse:

    A nossa melhor vigilancia é a contrição a Cristo.
    E reportarcao propio paraxpodermos saber se devemos falar ou calar.
    E inibir em nos o ego do saber poi o que sabemos há mutas incognitas .
    Em meu modo de agir particular creio que o uso do respeito cabe em qualquer situação e este opera muito bem junto a humildade.
    Vivemos de verdades relativas e subjetivas por não pormos em pratica o que Jesus falou .
    Ame a Deus (sobre) todas as coisas e ao proximo como a si mesmo.
    Se nos limitarmos em nos por compreensão de sermos limitados faxemos o uso da fé que é crer em Deus como sendo o senhor que rege e tudo esta certo mesmo que nao compreendemos e nos pomos em nosso lugar sendo o canal limpo por onde este omensso amor deve fluir.

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  26. Stela Almeida disse:

    Se me permitem, assino embaixo.
    Manifestações como essas do Divaldo podem nos levar a locais pantanosos. E os pântanos, segundo creio, costumam ser imprevisíveis e cheios de perigos.

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  27. Leila da Rocha Barbosa disse:

    Excelente texto. Se depois disto tudo que foi falado o tal moço que partiu para a defesa do Divaldo ainda não entendeu nada, realmente não se tem mais nada a dizer

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  28. Ferrucio Buratti disse:

    Muito boa matéria. É de lamentar que Divaldo venha se tornando um pop star espírita e ainda dando força para outros.

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  29. Diana disse:

    Obrigada pelos esclarecimentos! Já pensava da mesma forma e com a leitura texto fico muito mais confortável com as ideias que tinha.

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  30. Não podemos esquecer que em matéria de política Divlado sempre foi conservador. Nada há de mais natural e normal do que ser homoafetivo. Quanto às cartilhas recebidas pelas escolas não conheço não posso avaliar. Mas culpar os comunistas por todo o acontecido nos governos Lula é temerário. Embora tenham e orbitando do poder pra impor a lógica do aborto em que não concordo. A corrupção no governo Lula não é criação do mesmo é da história política e todos os aliados de direita e esquerda se beneficiaram. O assunto é controverso. A ordem é queimar o Lula prender e impedir sua chegada nas eleições.

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  31. Tarciano disse:

    So olharem sem paixao, sem impregnação religiosa e com a racionalidade que alude Kardec, vao perceber que ja virou ha muito tempo uma petencostal daquelas mais radicais

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  32. Ana Maria Cáris disse:

    Prezad@s, me alegro com o texto e argumentos deste Blog. Fiquei surpresa com a fala do Divaldo. Sinceramente não conhecia este lado reacionário do irmão. Triste com o que vi e ouvi. Que Jesus, nosso mestre nos inspire ao amor, superando as forças contrárias.

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  33. Claudio Couto Reis disse:

    Texto perfeito. Reflexão mais do que necessária!

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  34. Jorge disse:

    Concordo plenamente!
    Muito lúcido esse texto!

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  35. Patricia Nobre de Faria e Souza disse:

    Desejo receber outras reflexões a respeito da idolatria cega, dentre outros temas não menos importantes!

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  36. Edson Tonelli disse:

    Muito bem exposto e parabéns pela análise. Houve tempo em que me empolgava com palestras onde a oratória espetaculosa não davam chance de raciocinar sobre o que fora dito. Oratória muito semelhante às de lideres religiosos e políticos populistas e extremamente conservadores. Hoje, bem mais maduro sei que a verdade se revela de forma tranquila, natural … silenciosa.

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  37. Marcelo Gontijo disse:

    muito complicado a doutrina ficar agora caindo em briga por ideologia politica . a pauta conservadora do Divaldo e Haroldo que representam a ultra conservadora e dominadora FEB vs a pauta esquerdista do site que cita vários pensadores todos de esquerda para se referendar suas colocações. inclusive entrando na questão politica de esquerda e direita no que esta sendo acompanhado pelos comentários ou alguém não percebeu que eles estão apenas repetindo o triste embate direita esquerda geral: Critica Moro. Aplaude Moro. . . creio que jesus esta em outro nível . precisamos caminhar juntos e não ficar defendendo outras ideologias que não sejam as do mestre. esquerda direita tudo vai ser varrido . os ventos da nova era estão aqui e quando caímos nessas discussões inúteis apenas atrasamos o inevitável, a vitoria de jesus nos corações . jesus não deixaria de amar a pessoa pela sua opção sexual e também não escolheria lado politico. analisemos sob a ótica dele e teremos segurança para seguir. Aos que se perdem no debate inócuo o tempo serve como ferramenta evolutiva. Na época de jesus o debate era entre os epicureus e o estoicos, onde estão eles e suas ideias ? seus pontos de vista apaixonados viraram poeira diante do evangelho. nossa missão aqui não é seguir homens mas trabalhar pela nossa própria renovação. estamos tão sedentos por vingança, por revide, por encontrar “o culpado” por estar do lado certo, por vencer quem esta do lado errado.. trabalhemos pois os filhos do calvário estão a nossas portas são eles: o politico do partido que detestamos, o companheiro de opção ideológica que não aceitamos por julgar que representa o mal… somos todos humanos e precisamos regenerar. fora da caridade não há salvação. caridade para com o Divaldo com o Haroldo com a Dora com os amigos deste site com os que concordam e com os que discordam. e conosco mesmos amigos. muita paz e amor.

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    • Jussara de Magalhaes Gomes disse:

      absolutamente certo, Marcelo
      Vamos debater doutrina e não ideologias.
      Uma pena que o artigo da, sempre brilhante, Dora tenha esse viés

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    • OLORIMAR DOS SANTOS MAFRA disse:

      Finalmente um comentário sensato e equilibrado, baseado nos fundamentos Cristãos. Estava me sentindo lendo posts do Facebook sobre política, onde cada um defende suas ideologias apaixonadas. Parabéns Marcelo Gontijo.

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  38. David disse:

    Muita Paz a todos!
    Sou Expositor Espírita. O que nós devíamos nos ater a ser. Simples instrumentos de divulgação da nossa linda doutrina. O espiritismo não precisa de defesa e nem o nosso querido Divaldo.
    Kardec nunca se importou que suas idéias fossem refutadas. Precisamos é abrir diálogos de forma mais amena, sensata e sem partidarismo algum. Deixar o direito de pensar Diferente. Precisamos reavivar a Revista Espírita como grande instrumento usado por Kardec para discutir e analisar assuntos doutrinários e não posicionamentos políticos. Sabiamente André Luiz no Livro Conduta Espírita no capítula 10 nos esclarece quanto ao posicionamento que devemos tomar quando usamos a tribuna espirita. Cabendo a nós a reflexão séria e desapaixonada seja por espíritas de esquerda ou de direita ou em cima do muro. Pois continuaremos ser irmãos espíritas e divulgadores da nossa maravilhosa doutrina!
    “Nos Embates Políticos

    Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais

    espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para

    com o Senhor.

    Só o Espírito possui eternidade.

    Distanciar-se do partidarismo extremado.

    Paixão em campo, sombra em torno.

    Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em

    palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em

    nome da caridade.

    O despistamento favorece a dominação do mal.

    Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos

    postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo,

    enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.

    O discernimento é caminho para o acerto.

    Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência

    individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio

    social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e

    candidatos. O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.

    Não comerciar com o voto dos companheiros de ideal, sobre quem a

    sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.

    A fé nunca será produto para o mercado humano.

    Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com

    responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor

    deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos

    assumidos.

    Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha

    ao látego da crítica.

    Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das

    instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa

    essencial.

    A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum

    da política humana.” Conduta Espírita, André Luiz

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  39. Kátia Faria Costa disse:

    Muito pertinente essa matéria, fiquei muito agradecida pelo esclarecimento, fiquei sem dormir na noite em que assisti o vídeo com vontade de desistir de tudo. Mas agora com todos os comentários e lendo a pag de Conduta Espírita e sua matéria estou confortada. Deus lhe abençõe, ainda me esclareceu muito. Obrigada!

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  40. Carla Pavao disse:

    minha gratidão eterna por este artigo e pela coragem em se pronunciar!

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  41. Ernando Miguel disse:

    Parabéns pelo texto, como espírita sei que nao somos donos da verdade e tudo que devemos ensinar tem que condizer com o evangelho de Jesus, baseado na caridade e lembrando que todos somos iguais perante as Leis Divinas , porém estamos em estágios evolutivos diferentes. Jesus reuniu diversos espíritos neste planeta de provas e expiações para que possamos desenvolver nossa paciência, tolerância, amor ao próximo entre outros bons sentimentos . Julgar que X e melhor que Y, é um processos puramente Divino e estamos muuuuuuuito longe de chegar perto desse estágio . Que a paz de Jesus esteja conosco.

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  42. Carlos Geovani disse:

    Infelizmente os autores se perderam um pouco na argumentação quando deixaram de criticar o Divaldo no âmbito doutrinário para discorrer sobre sua opinião política e temas que ele parece defender, ainda que seja um expoente espiritualista (assim o considero) patrocinado pela FEB como sendo espírita, ele tem o direito a uma opinião pessoal, inclusive sobre política. Peço licença para falar em memória de Herculano Pires, que mesmo sabendo dos absurdos de Chico Xavier, escrevia cartas para ele o aconselhando, abrindo os olhos e fazendo com que enxergasse as situações, atos digno de um amigo que nunca deixou de faltar o mínimo de cordialidade, lealdade e confiança; mesmo que não tenha sido escutado. Por que falamos de caridade sem ao menos tentar seguir os bons exemplos? Sou crítico de qualquer pessoa que fale em nome da doutrina e defenda argumentações contrárias aos princípios do Espiritismo, somente a unidade da filosofia espírita é o que deveria ser nosso ideal como irmãos de crença, como Kardec sempre recomedou sistematicamente na Revista Espírita. Juro que se não achasse esse texto dentro de um portal de uma organização espírita, eu diria que são aqueles textos políticos que, desculpe, metem o pau no outro por discordar da atual conjuntura política ou de pautas que predominantemente são de um ou outro pensamento ideológico. Será que sabemos o que é ou não alçada do Espiritismo, nos imergindo entre nossos próprios sistemas políticos, e, fazendo exatamente aquilo que se critica, ou seja, “polarizando” as opiniões? É triste saber que o meio espírita esteja também indo por essa onda de modismo, sobre Divaldo não há muito o que falar, ele é espiritualista e não espírita, assim como Chico Xavier era um católico que psicografava,teve alguns pastiches, fraudes e ainda hoje é considerado pela maioria dita espírita como o “maior espírita brasileiro”. Devemos ser críticos, mas acima de tudo, devemos ser justos.

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    • Kátia Faria Costa disse:

      Penso que vc meu amigo não leu a pag Conduta Espírita, a tribuna espírita não é para falar de política, enfim todos tem o direito de se manifestar, inclusive vc falando mal do Chico, que triste. Imagine, critique tb o Cristo, com certeza vc vai achar algum defeito.

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    • Jussara de Magalhaes Gomes disse:

      absolutamente certo, Marcelo
      Vamos debater doutrina e não ideologias.
      Uma pena que o artigo da, sempre brilhante, Dora tenha esse viés

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  43. Adriany de Ávila disse:

    Obrigada pelo texto, nos traz luz.

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  44. Julio disse:

    Divaldo está certíssimo!

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  45. Luiz Alberto Bastos Petitinga disse:

    Excelente avaliação. Sou de uma geração que atuou criticamente em relação à postura pró regime militar, comum entre lideranças espiritas. Após a redemocratização não se viu nenhuma reflexão crítica quanto a tal alinhamento. Deixemos o que hoje é história à parte.
    É de fato lamentável a sucessão de equívocos, vindo de lideranças espíritas, na interpretação dos fenômenos sociais contemporâneos, alinhando-se ao que há de mais conservador dentre as religiões evangélicas.
    Como diz a autora já temos, na doutrina espírita, uma avaliação profunda sobre fenômenos tão contemporâneos para sermos tão categórico nas afirmações?
    Que referência de movimento comunista mundial determinando costumes, formas de relacionamento humano, idolatria aos prazeres da vida estaria na lente desses analistas?
    O que vemos disseminando fetiches, exacerbação do ter, busca desenfreada pela riqueza, sem qualquer princípio ético vem dos instrumentos de disseminação de idéias, costumes e modas do mundo capitalista.
    Creio cada vez mais que a experiência reencarnatoria de Jesus nos dias atuais seria muito mais breve.

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  46. Denise disse:

    Infelizmente, Divaldo Franco já perdeu completamente a credibilidade comigo… Há alguns anos existe um vídeo dele na internet em que fala sobre os Pretos-velhos de forma bastante preconceituosa… Entendo que Umbanda e Espiritismo são caminhos diferentes para chegar ao Sagrado, mas um líder da envergadura dele precisa medir as palavras…
    Dentro do próprio movimento espírita já há muitos centros e pesquisadores que compreendem as entidades trabalhadoras da Umbanda de forma mais ampla, aceitando inclusive seu auxílio em alguns trabalhos em nome do Bem e do Amor crístico.
    Divaldo talvez esteja caindo em erros graves e, quiçá, sob ataque espiritual de forças negativas.

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  47. Jorge disse:

    A virtude está no meio. Ainda que discordemos dos exageros de ambos os lados precisamos deixar claro que, se o objetivo é a perfeição. Tudo começa pelo respeito.

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  48. Patrícia Martins disse:

    Ufa! Ainda temos pensamentos racionais e fraternos na Doutrina.
    Obrigada, Dora (não resisti ao trocadilho óbvio – “aDoro ler você, Dora!) 😬😘

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  49. Guillon Ribeiro Alves disse:

    Primeiramente gostaria de enaltecer e parabenizar a autora do texto, Dora Incontri, que foi muito bem escrito e elaborado com muita clareza.
    Sou espírita, morador de Goiânia e tive a felicidade de participar da abertura do Congresso de 2018. Um ambiente fraternal de muito respeito e paz, sentimento alias muito escasso atualmente.
    Quanto ao texto onde a autora nos leva a refletir sobre o posicionamento do Divaldo, sendo este sem dúvida o mais famoso representante encarnado, do Espiritismo no Brasil atualmente. Suscitou em mim alguns questionamentos.
    Destaco antes de tudo, que tenho plena convicção, caso essas perguntas fossem feitas ao amado irmão Chico Xavier, suas respostas seriam brandas e cuidadosamente pensadas para que não despertassem insatisfação nos corações de quem a ouvissem. “Porem são espíritos de naturezas diferentes, cada um fieis aos seus princípios, mas dois grandes exemplos de homens de bem.
    Quanto às críticas estabelecidas frente às respostas de Divaldo e aqui deixo bem claro que prefiro não entrar no mérito da discussão, embora tenha meu ponto de vista muito bem definido nos dois campos (políticos e estudos de gêneros), destaco o seguinte:
    O texto cobra a responsabilidade do Divaldo, por ser um influente líder da Doutrina Espírita, o qual deveria ter cuidado em não se posicionar com ideias anti humanitárias, partidárias e superficial, sem aprofundamento político e social de forma leviana.
    Observa-se que as argumentações são contundentes e bem fundamentadas, baseadas em muitas leituras e informações, permitindo a autora conceituar, sem contudo deixar de expor o seu próprio ponto de vista, que inevitavelmente será aplaudida por muitos, questionada e talvez até odiada por tantos outros, sendo dona da razão ou não. Certo?
    Sendo assim, a autora estaciona no mesmo nível de liberdade e direito que o Próprio Divaldo. Dentro dessa observação vem meus questionamentos:
    A ABPE – Associação Brasileira de Pedagogia Espírita, por ter também um bom alcance na comunidade espírita e creio fora dela, por usar um poderoso meio de comunicação, não estaria perdendo uma grande chance em ajudar a acalmar os corações, levando a intermediação e bom senso buscando o caminho da paz exemplificado por Jesus?
    Não seria conveniente a autora também lembrar de Chico Xavier e atentar para os efeitos de suas respostas, usando a brandura e ternura em suas palavras, evitando tomar partido e Consequentemente evitando provocar sentimento negativos, especialmente nos mais desavisados?
    Dessa forma busco reforço no próprio texto e suas bem trabalhadas linhas, a preocupação com nossas responsabilidades, na proporção de cada um e dentro de nossos papeis, públicos ou privados. Observarmos com atenção a atual fase transitória do planeta, onde percebemos e sentimos de corações sofridos, “as dores do parto que o planeta enfrenta, não para dar luz a um filho, mas para renascer um Novo Mundo (palavras emprestadas de uma mensagem mediúnica).
    Sequiosos de paz e tranquilidade, onde inevitavelmente e obrigatoriamente precisamos ajudar a difundir com muita coerência Kardequiana, as mensagens e os exemplos de Jesus, por sermos espíritas, não por nos acharmos melhores que nossos irmãos de outras doutrinas, mas por todo o tesouro que temos em nossas mãos.
    Sendo assim, nossa responsabilidade é “sem dúvida” muito maior.
    Essas são apenas minhas humildes reflexões e finalizo aqui deixando um fraternal abraço a autora do texto e a todos os que tiveram o trabalho de ler também.

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    • Carlos Valente disse:

      Apesar de um texto equilibrado e brando, permita-me discordar e reforçar o apoio à autora do texto.
      Em nenhum momento ela “tomou partido”. Apenas criticou a postura IMPRUDENTE de um médium que, a propósito, é muito conhecido e por isso a repercussão do ocorrido ainda reverbera no país.
      Essa sua visão está distorcida e contaminada pelo sectarismo político que tomou conta do país. Achar que alguém está “tomando partido” apenas por discordar de uma postura é levar a discussão para o perigoso campo da política.
      Apesar da Doutrina Espírita ser fruto de uma criteriosa e profunda análise crítica (por parte do seu Codificador) das informações dadas pelos espíritos, a crítica ainda é mal recebida no movimento espírita.
      Inúmeras mensagens nos alertam quanto aos “melindres”, mas eles continuam acontecendo. Ninguém pode discordar de nada dos “médiuns e palestrantes celebridades” que o mundo vem abaixo.
      Vamos botar nossos pezinhos no chão.
      Ainda somos todos espíritos inferiores, muito imperfeitos, merecidos habitantes de um planeta de expiação e provas (apenas o segundo degrau da evolução), e, portanto, ainda
      muito falíveis.
      Nada está perfeito e acabado por aqui, e isso inclui as “celebridades” do movimento espírita.
      A maior prova que o referido médium cometeu um grande equívoco é justamente essa discussão que está ocorrendo até agora, uma grande perda de tempo e energia, por um assunto que nunca foi objeto do Evangelho e da Doutrina Espírita: a política.
      O movimento espírita ainda carece muito de trabalhadores dispostos ao estudo. Se assim não fosse, ninguém estaria criticando o texto da autora, pois o Divino Mestre nos exemplificou a verdadeira postura, quando o tentaram envolver em assuntos políticos.
      Temos uma excelente obra complementar que está sendo solenemente ignorada nesse momento: “Conduta Espírita” (André Luiz).
      Vamos recordar dos dois mandamentos que o Espírito da Verdade ensinou aos espíritas: “Espíritas!, amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo.”
      Quem ama, mede as palavras. Analisa se o que será dito semeará a discórdia.
      Quem se instrui, aprende com os erros e os acertos dos outros.
      Fraterno abraço.

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      • Guillon Ribeiro Alves disse:

        Irmão Carlos Valente, receba meu abraço, antes mesmo de minhas palavras, pois entendo que a escrita, em regra, fria e sem cores, pode nos levar a diversas interpretações.
        Creio concordar contigo quanto sectarismo político que tomou conta do País, também tão polarizado e contaminado. Penso que me fiz mal compreendido, quando falei em “tomar partido”, aqui não me referi quanto ao aspecto político, partido A ou B, referi-me ao (assumir uma posição, assumir uma opinião).
        Tenho acompanhado os debates sobre a fala do Divaldo, desde o seu primeiro momento, com muita preocupação. Um cenário que teve a participação maciça dos nossos jovens, muitos estavam presentes e tantos outros nas redes sociais. Descortina-se muita intolerância em um ambiente que deveria ser de paz. Essa sim é minha preocupação. Penso que pessoas como você que escreve bem e demonstra uma maturidade emocional, a autora do texto, até mesmo eu e tantos outros bem mais capacitados moral e intelectualmente, podemos dar um tom mais harmonioso em nossos diálogos, ainda que não concordemos com um ou outro ponto de vista. Minha observação foi nesse sentido.
        Agradeço por engrandecer o “debate” de forma tão clara e coerente e dentro de um padrão harmonioso. Fique em paz.

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